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4 Dicas de Investimento para Você Aplicar


Você trabalhou, trabalhou, quitou todas as dívidas, economizou, juntou dinheiro e chegou o grande dia: resolveu virar um investidor para fazer seu dinheiro trabalhar em prol do seu futuro.

Agora, a grande questão é: investir em quê?

Antes que você fique nervoso com sua indecisão, saiba que ela é muito comum entre os brasileiros. Afinal, investir em um país sujeito a tantas crises, ainda não se tornou um hábito.

 

É o que comprova uma pesquisa feita pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), mostrando que 58% dos brasileiros não fazem nenhum investimento financeiro.

 

Para piorar o cenário, a pesquisa também revelou que mais da metade dos brasileiros não conhece os produtos de investimento que existem no mercado.

 

Por isso, resolvi escrever este artigo com dicas de investimento para você saber como aplicar seu dinheiro e sair dessa estatística. Vamos lá?!

 

 

Estude o mercado

 

Antes de colocar seu dinheiro em qualquer lugar, você precisa entender o mínimo necessário sobre o mercado financeiro e seus produtos. Fique tranquilo, que não estou falando em fazer faculdade de economia nem pós graduação em finanças.

 

Informação financeira é ouro e, felizmente, está disponível a todos. Existem diversos sites especializados em investimento e, até mesmo o Banco Central e a Bolsa possuem cursos para quem deseja aprender a investir.

 

Esse conhecimento permitirá que você conheça os produtos oferecidos pelo mercado, entendendo as taxas de administração e corretagem praticadas - sim, elas existem - e avaliando quais são as melhores alternativas para seus objetivos financeiros.

 

Também é importante que você separe um tempinho na sua rotina para acompanhar o cenário político e econômico do país. Pelo menos, as notícias que podem impactar os investimentos que você escolheu.

 

Já percebeu que para fazer investimentos inteligentes é preciso ser uma pessoa antenada, certo?!

 

 

Conheça seu perfil de investidor

 

A segunda das dicas de investimento que separei também é sobre estudar, mas, nesse caso, você mesmo. O autoconhecimento será essencial para definir qual é o seu perfil de investidor.

 

Não estou falando de quanto dinheiro você tem disponível. Estou falando da sua personalidade.

 

Para compor uma carteira de investimentos eficiente, onde você se sinta tranquilo para colocar suas economias, ela deve estar alinhada com seu jeito de ser. Basicamente, estamos falando de quanta segurança você precisa na sua vida e o seu grau de aceitação ou aversão ao risco.

 

Parece grego, mas vou explicar dando dois exemplos práticos.

 

Exemplo 1:

Você tem R$ 5 mil aplicados em ações de uma empresa, quando acontece alguma coisa na economia que faz o valor dessas ações despencarem. Nesse caso, você se apavora e liga para o seu gerente de banco ou corretor pedindo o dinheiro de volta, ou tenta entender o que motivou a queda e o que acontecerá em seguida no mercado?

 

Exemplo 2:

Seu gerente de banco oferece um título do tesouro direto, onde você terá, com garantias, o dinheiro reajustado depois de algum tempo, e um pacote de ações de uma startup, que está com valores ascendentes, explicando que os rendimentos poderão ser muito maiores, mas, sem garantias. Qual você escolhe?

 

Essas situações são para ilustrar que suas decisões de investimento devem ser feitas respeitando suas características pessoas.

 

Assim, elas contribuirão para sua tranquilidade e paz de espírito, evitando, por exemplo, que, apesar de gostar de segurança e ter horror a correr riscos, você resolva aplicar no mercado de ações, podendo ficar tenso, se perguntando se e quando perderá seu dinheiro.

 

 

Comece pelo básico

 

Acredite, quando falo do básico, não estou me referindo à poupança ou títulos de capitalização. Apesar de serem extremamente seguros, seu rendimento é muito baixo.

 

Mesmo que você tenha um perfil de investidor muito conservador, que preza pela segurança e tem pavor de correr riscos, existem outros produtos financeiros bem mais atraentes.

 

Um exemplo, é o Tesouro Direto, que se tornou popular nos últimos anos, justamente, por ser um produto que precisa de aportes iniciais baixos, além de serem garantidos pelo Tesouro Nacional.

 

Significa que, ao adquirir um título, você está se tornando credor do Estado Brasileiro, que garante a devolução do dinheiro investido, acrescido dos juros, que são bem maiores do que a poupança.

 

Mais seguro e menos arriscado, impossível, não é?!

 

Assim, como o Tesouro Direto, existem outras opções, que reúnem as mesmas características, como os Fundos de Renda Fixa que podem ser públicos ou privados, indicados para perfis mais conservadores.

 

Depois que você já estiver mais “calejado”, conhecendo os riscos e as recompensas, poderá tentar voos mais arriscados, como comprar ações, por exemplo.

 

 

Peça ajuda a um profissional

 

Se você não quiser encarar sozinho o mercado financeiro, com todos os seus produtos – acredite, são dezenas – taxas e nuances, pode pedir ajuda para um profissional.

 

Esse profissional pode ser, inclusive, o próprio gerente do seu banco. Talvez o único ponto que você deva considerar é que ele tenderá a te indicar os produtos do próprio banco, que talvez não tenham as melhores condições do mercado.

 

Por ora, é isso.

Agora convido você a baixar o e-book Ser Rico é Uma Questão de Escolha!

 

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